Existe um local isolado da Ásia que merece ser estudado pontualmente. Além de ser de uma beleza ímpar, traz consigo a inquietação dos curiosos, e a dúvida que não quer calar: Estará, ali, a fonte da juventude?
O Vale do Rio Hunza, nas montanhas do Himalaia, abriga segredos que desafiam a ciência, especialmente no que se refere à longevidade de seus trinta mil habitantes, cuja origem permanece sendo objeto de suposições.
A três mil metros de altitude, o povo hunza se banha em águas geladas, cultiva uma alimentação natural, e se mantém em constante atividade laboral, o que pode viabilizar os inúmeros casos de adultos que praticam esportes até os cem anos de idade.
É comum mulheres hunzas ainda serem férteis até os sessenta e cinco anos. Outras, aos quarenta, aparentam ser adolescentes. Não conhecem doenças graves e conseguem viver sempre de bom humor, sem tensão e sem estresse. Falam um idioma próprio, o Burushaski, que ninguém domina, além deles, e tem sua própria religião que, embora se assemelhe ao Islamismo, denomina-se Ismaelita. Possuem taxa de alfabetização próxima aos 95%.
- Mulher Hunza, supostamente com mais de 30 anos, JornalQ
- Adolescente Hunza, Seth Lazar
- Montanhas Hunza – Adventure Zone Pakistan
- Forte Baltit – Horizonsunlimited, Moritz
- Dedo da Dama, Pico Hunza – goKnown
- Vista de hotel – Travel Cravings, Gul791
- Vale Hunza, Photowallah
- Lago Hunza, Nasa
- Irmãos Hunza, Agustinus Wibowo
- Idosa Hunza – Ali Gohar Hunzai, WWF
- Crianças Hunza – Ali Gohar Hunzai, WWF
- Chapéu de menina Hunza – Didar Ali
- Lago Hunza Gojal – Wikipedia
- Povo Hunza – Gilgit-Baltistan, Wikipedia
- Menino Hunza – Silkroadchina, Keong
- Menina Hunza – Pakweels, Asadsethi
- Senhor Hider – Tylerbell
- Velho Hunza – Szakállas, Wikipedia
- Garota Hunza – Belfun, Amaury
- omem Hunza – Flickr, 4174366788, Kristian
Entre tantos cenários desenhados pelas incontáveis publicações sobre o Vale do Hunza e seu povo longevo, fica a dúvida que todo turista vai revelar: Como chegar lá? Onde ficar, onde comer, o que fazer?
O Vale do Hunza é servido pela mais alta rodovia pavimentada do mundo, a Karakoram Highway, que liga a região de Xinjiang, na China à região de Gilgit–Baltistan, já no Paquistão.
O jornal “The Guardian” classificou a região como sendo um dos melhores destinos turísticos do Paquistão. Há algumas companhias de vans e ônibus que servem a região, sendo a NATCO (Northern Areas Transport Corporation) a maior delas. O ponto de saída mais próximo é a cidade de Gilgit, no Paquistão, que também pode ser acessada através de vôos com duração de 1 hora, operados pela Pakistan Intl.Airlines, partindo de Islamabad.
Tanto Gilgit, quanto Hunza, possuem opções de acomodações a preços módicos, incluindo motéis mantidos pela empresa oficial de turismo do Paquistão.
Para quem aprecia boa leitura, segue abaixo o link para a versão em PDF do livro “Hunza – The Lost Kingdom of Himalayas”. (Em inglês). http://biblelife.org/Hunza%20-%20Lost%20Kingdom%20of%20the%20Himalayas.pdf

Informações Turísticas e Passagens Aéreas:
tourism.gov.pk/how_to_get_there_northern_areas.htm
Fontes: Tourism.gov.pk | Saiporai.com | biblelife.org | JornalQ | Turol.com.br





















