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Arquivo JC · Jornal impresso · Edição especial 2019

Edição Especial Impressa do Jornalismo Colaborativo

Há quem diga que informar com isenção ou imparcialidade é algo impossível. Em tempos de polarização política e discursos de ódio, no Jornalismo Colaborativo o preto e o branco só existem em nosso logotipo.

Há quem diga que informar com isenção ou imparcialidade é algo impossível. Em tempos de polarização política e discursos de ódio, no Jornalismo Colaborativo o preto e o branco só existem em nosso logotipo.

O JC respeita os diferentes tons que os Colaboradores utilizam para dar vida e novas cores à Imprensa.

Hoje, o controle da informação não é mais de um grupo e sim de uma legião de seres sócio-digitais com forte presença na criação de novos canais de notícias com espaços abertos à divulgação científica e o exercício democrático em diversas áreas de trabalho e diferentes campos de pesquisa.

A edição especial impressa registra esse percurso em uma peça de memória pública, reunindo identidade editorial, presença institucional, colaboração e defesa da circulação qualificada do conhecimento.

O jornal no formato Tablóide funciona como uma síntese material da proposta do Jornalismo Colaborativo: aproximar imprensa, ciência, cultura, participação social e produção de conhecimento em uma linguagem acessível ao leitor.

Preservada também em PDF, a edição organiza o próprio acervo do JC e transforma um registro de época em documento de trajetória. Nela já aparecem princípios que hoje estruturam o Jornalismo Colaborativo: participação, aproximação entre jornalismo e conhecimento especializado, diversidade de vozes e circulação pública da informação. O impresso preserva, assim, uma etapa da formação de uma identidade editorial que continuaria a se desenvolver nos anos seguintes.

Edição
2019
Jornal Impresso – Edição Especial 2019.
Formato
Tablóide
Edição Especial 2019 do Jornalismo Colaborativo no formato Tablóide.
Arquivo
PDF
Versão digital disponível para leitura, consulta, preservação e compartilhamento público.

Arquivo editorial: esta página reúne a apresentação da Edição Especial 2019 do Jornalismo Colaborativo no formato Tablóide, preservando o registro impresso da Rede JC, a memória visual da publicação e o acesso à versão digital em PDF.


Jornal do Jornalismo Colaborativo
Edição Especial 2019 do Jornalismo Colaborativo no formato Tablóide

Memória digital

A versão em PDF mantém o conteúdo acessível ao leitor, facilita o compartilhamento e permite que o jornal continue disponível como parte do acervo público do Jornalismo Colaborativo.

Esse registro digital preserva a edição especial, reforça a indexação do acervo e permite que a publicação circule para além do suporte impresso.

O Jornalismo Colaborativo é mais do que jornalismo de rua, trata-se de uma prática contínua do repórter em buscar sempre melhorar a maneira como ele se comunica, investiga e apresenta a notícia com engajamento e participação popular.

Por isso, convidamos você a fazer parte dos novos mecanismos e técnicas editoriais que vão ao encontro do jornalismo como uma fórmula de interpelação comunicacional, unindo ciência e cultura.

Desde 2013, a Rede de Comunicação do Jornalismo Colaborativo vem conquistando seu espaço como agente disruptivo da transformação social e difusor do conhecimento científico.

Trajetória pública do Jornalismo Colaborativo

Em 2014, o JC foi referência na edição especial da Revista Imprensa, principal veículo de comunicação sobre jornalismo. Em 2016, o projeto foi indicado ao Prêmio Expocom, pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação no XXIII Intercom. No ano seguinte, em 2017, o Jornalismo Colaborativo foi o primeiro veículo de imprensa brasileira a representar o país no Collaborative Journalism Summit, em New Jersey e consecutivamente em 2018, desta vez ao lado do O Globo. Este ano, estivemos mais uma vez no CJS, em Detroit.

2014
Revista Imprensa

Em 2014, o JC foi referência na edição especial da Revista Imprensa, principal veículo de comunicação sobre jornalismo, consolidando sua presença em uma discussão nacional sobre novos modelos de produção jornalística.

2016
Intercom

Em 2016, o projeto foi indicado ao Prêmio Expocom, pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação no XXIII Intercom, reforçando seu vínculo com pesquisa, universidade e inovação em comunicação.

2017
CJS

No ano seguinte, em 2017, o Jornalismo Colaborativo foi o primeiro veículo de imprensa brasileira a representar o país no Collaborative Journalism Summit, em New Jersey, ampliando sua presença internacional.

2019
Detroit

Este ano, estivemos mais uma vez no CJS, em Detroit, em continuidade a uma trajetória que aproxima jornalismo, colaboração, ciência, cultura e participação pública.

Rede editorial em expansão

Quando a Edição Especial foi publicada, em 2019, o Jornalismo Colaborativo já havia ultrapassado mil publicações digitais e reunia cerca de 200 colaboradores e correspondentes. Esses números dimensionam aquele momento da trajetória: uma rede em expansão, conectando jornalismo, conhecimento especializado, participação social e diferentes territórios.

Mais importante que o volume era a natureza dessa construção. A rede aproximava jornalistas, pesquisadores e profissionais de outros campos, abrindo espaço editorial para ciência, cultura, educação, cidadania e outras pautas de interesse público que nem sempre encontravam circulação qualificada.

O impresso registra a passagem de uma coleção de publicações para uma identidade editorial mais reconhecível. O que aparece no papel é parte da arquitetura que depois se aprofundaria na base editorial do JC, na rede colaborativa e em iniciativas de formação aplicada e atuação institucional.

Publicações
Mais de mil publicações digitais acumuladas até aquele período.
Colaboradores
Cerca de 200 colaboradores e correspondentes registrados na trajetória da rede até 2019.
Abrangência
Jornalismo, ciência, cultura, educação e participação social reunidos em uma mesma rede editorial.

Jornalistas e pesquisadores

A aproximação entre jornalistas, pesquisadores e especialistas amplia a capacidade de contextualizar temas complexos e transformar conhecimento técnico, científico e profissional em informação compreensível e socialmente relevante.

Interesse público

A colaboração ganha sentido quando melhora a qualidade da informação disponível ao leitor. Apuração, edição, diversidade de fontes e participação social convergem para conteúdos capazes de esclarecer questões relevantes para comunidades, instituições e sociedade.

Circulação do conhecimento

A rede também funciona como espaço de aproximação entre imprensa e produção de conhecimento, abrindo caminhos para divulgação científica, cultura, educação midiática e comunicação pública. Essa dimensão permanece presente nas atuais frentes do Jornalismo Colaborativo.

Jornal Impresso – Edição Especial 2019

A edição especial materializa uma fase decisiva da trajetória do Jornalismo Colaborativo: uma rede editorial independente construída por jornalistas, pesquisadores e colaboradores de diferentes áreas, reunindo produção jornalística, divulgação científica e participação pública.

Mais do que apresentar um conjunto de matérias, o impresso organiza uma identidade. Ele antecipa princípios que hoje aparecem de forma mais estruturada na base editorial, na rede colaborativa e em frentes de formação aplicada: autonomia editorial, diversidade de fontes, circulação pública do conhecimento e abertura à colaboração.

Preservada em papel, PDF e registro audiovisual, a edição funciona como documento de memória institucional e como evidência de continuidade de um projeto que atravessa diferentes formatos sem abandonar o interesse público como referência.

JornalismoColaborativo.com ou JornalismoColaborativo.com.br

O nome do site foi definido a partir de um importante reforço subliminar, por meio do mecanismo psicofisiológico denominado de memória cinestésica, em que o indivíduo que já tenha escutado ou visto uma vez algo sobre jornalismo colaborativo, chame à memória a primeira impressão, fazendo com que a imagem desta se fixe ainda mais no subconsciente: o “Jornalismo Colaborativo”.

A cada dia um grande número de textos e pesquisas acerca deste tema são frequentemente publicados, possibilitando a fixação subliminar do termo “jornalismo colaborativo”, impedindo o esquecimento e facilitando a corticalização da lembrança, levando-a para níveis conscientes e não mais apenas subliminares.

Como efeito, cada uma dessas publicações nas mídias digitais, bem como em veículos impressos, rádio ou TV, podem servir perfeitamente para alavancar o jornalismo e a liberdade de imprensa, considerando o fato de que a própria nomenclatura deste remete diretamente aos assuntos pertinentes ao termo registrado como “Jornalismo Colaborativo”.

Elaborado a partir de ferramentas e procedimentos simples que podem ser normalmente manipulados por jornalistas com noções básicas atribuídas à profissão, uma vez que o profissional de comunicação contemporâneo deve possuir características multidisciplinares para atuar na área e ser bem sucedido no competitivo mercado de trabalho, o Jornalismo Colaborativo ganha força quando a colaboração é também o modus operandi que contribui com informações relevantes, podendo criar oportunidades concretas e positivas de transformação social.