Com autorização oficial do MinC para captação e enquadramento no Artigo 26 da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o Jornalismo Colaborativo articula cultura, formação e cidadania.
Quando o silêncio deixa de ser ausência e se transforma em sintoma, é a urgência da notícia e não o sentido que passa a ocupar o espaço da palavra. A pressa, a saturação das agendas e a lógica do esquecimento criam uma espiral que engole vozes. A voz que dorme sozinha nas calçadas, a que sobrevive nas periferias, aquelas poucas incoformadas que seguem invisíveis criando, ensinando e cuidando.
Nessa faixa entre o que se vê e o que se vive, nasce o Jornalismo Colaborativo para Transformação Social. Uma iniciativa que rompe a espiral do silêncio para devolver à palavra seu poder de escuta.
O projeto está registrado no Ministério da Cultura sob o PRONAC 2512842, na área de Humanidades, com enquadramento no Artigo 26, e está autorizado para captação no mecanismo de incentivo à cultura.

Uma Construção Coletiva pela Escuta
A iniciativa legitima um caminho construído a muitas mãos com comunicadores populares, professores, pesquisadores, jovens estudantes de jornalismo e artistas que enxergam na informação um território de cidadania e transformação.
“Cada real destinado ao projeto é um ato de resistência. É a escolha de transformar imposto em cultura, números em rostos, dados em histórias que merecem ser contadas”, afirma Georges Kirsteller Ryoki Inoue, jornalista e diretor da iniciativa.
Da Formação à Transformação
As ações do projeto Jornalismo Colaborativo para Transformação Social propõem uma travessia concreta: ensinar jovens e educadores populares técnicas de jornalismo colaborativo, comunicação digital e produção de conteúdo de impacto social, aprimorando a formação profissional e as perspectivas de carreira.
A proposta visa promover oficinas e encontros presenciais e digitais que resultarão em materiais para campanhas educativas e um site-reportagem coletivo, abrindo espaço para vozes que emergem de territórios historicamente pouco ouvidos: periferias, escolas públicas e comunidades tradicionais.
Cada produção é um gesto de reconstrução simbólica em um país contado a partir de dentro, com autonomia, escuta e pertencimento.
A Palavra como Direito Cultural
O projeto parte de uma ideia simples, mas de consequências profundas: transformar informação em presença, palavra em direito cultural.
Seu desenho está ancorado na acessibilidade, diversidade e responsabilidade social, dialogando com as metas ESG e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.
É uma ação estruturante e um elo entre cultura, educação e comunicação que oferece caminhos concretos para a transformação social pela palavra e pela escuta.
Apoiar como Patrocinador
Para pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real, o enquadramento no Artigo 26 prevê benefício fiscal de 30% do valor em patrocínio ou 40% em doação, observado o limite legal de até 4% do Imposto de Renda devido. O aproveitamento efetivo depende do perfil tributário do incentivador e da legislação aplicável.
O aporte é realizado na conta vinculada ao projeto. O acompanhamento administrativo, a movimentação dos recursos e a prestação de contas seguem o Sistema SALIC e as regras aplicáveis do Ministério da Cultura.
Cada valor destinado é documentado e auditável, acompanhado por relatórios de execução e prestação de contas públicas.
Impacto Mensurável e Retorno Simbólico
E o impacto é mensurável: formação de jovens, produção de conteúdo, inclusão social e fortalecimento da cultura democrática.
Antes de destinar o apoio, é possível estimar o valor potencial de incentivo cultural disponível para a empresa. Para organizações tributadas pelo Lucro Real, a destinação ao projeto deve observar o limite legal de até 4% do Imposto de Renda devido e os percentuais de benefício fiscal próprios do Artigo 26. A
Calculadora de Incentivo pode ser usada como referência de simulação, mas a aplicação efetiva depende do enquadramento tributário e das regras vigentes. Empresas em prejuízo fiscal, vale lembrar, não possuem IR a recolher no exercício e, portanto, não podem realizar o aporte.
Consciência Fiscal e Compromisso Cultural
Apoiar o Jornalismo Colaborativo para Transformação Social é um gesto de consciência fiscal e compromisso cultural. O incentivo segue os percentuais previstos para o Artigo 26, enquanto o retorno cultural e social se expressa na formação, na participação e na circulação qualificada de informação.
A participação no projeto é um gesto ético que sustenta a voz, o olhar e a expressão de quem raramente tem espaço.
Cada parceria amplia o alcance da escuta e revela novas presenças. É nesse gesto que o Jornalismo Colaborativo encontra sentido: reconstruir vínculos, dar corpo à informação e transformar comunicação em pertencimento.
Empresas e pessoas que acreditam nesta iniciativa fortalecem um projeto reconhecido pelo Ministério da Cultura e comprometido com a transformação social.
O apoio se traduz em legado e o gesto em cultura viva. Expressão de um país que reconhece na comunicação um direito e um caminho para o Futuro.
Participar dessa rede é assumir o compromisso de transformar presença em impacto e impacto em cidadania.
Transforme seu Apoio em Cultura.
Transforme Cultura em Presença.
Transforme Presença em Transformação.
© JORNALISMO COLABORATIVO – CNPJ: 19.136.538/0001-56
PROCESSO MINC: 01400.039609/2025-95 | PORTARIA VIGENTE SEFIC/MINC Nº 2/2026
LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA · HUMANIDADES · ART. 26
