Diagnóstico editorial
Mapa de ativos, públicos, temas, riscos, prioridades e lacunas de comunicação.
Programas Institucionais
Diagnóstico, organização de ativos, produção orientada e governança editorial para organizações.
Programa para empresas, fundações, universidades e organizações que precisam organizar conhecimento, documentar impacto e transformar projetos dispersos em uma estrutura editorial utilizável.
FORMATO-BASE
Em 3 a 5 semanas, mapeamos ativos, definimos prioridades e estruturamos uma primeira arquitetura editorial para orientar produção, responsáveis e próximos ciclos.
VIA DE ADESÃO
A contratação pode seguir por Investimento Direto ou, quando houver aderência, pela frente de Incentivo Cultural.
PONTO DE PARTIDA
Organizações acumulam projetos, dados, conhecimento técnico, iniciativas sociais e aprendizados. Quando esses ativos ficam distribuídos entre áreas, relatórios, campanhas e páginas isoladas, decisões, resultados e memória institucional perdem conexão.
O programa organiza esses ativos, define prioridades, estabelece critérios de produção e deixa uma estrutura que a organização pode usar e ampliar em novos ciclos.
TERRITÓRIOS DE APLICAÇÃO
O conjunto reúne frentes em que o JC já acumulou experiência editorial, publicações e capacidade de aplicação
PARA QUEM
O desenho muda conforme a organização, o estágio do projeto e o público envolvido. O ponto comum é organizar informação, projetos e resultados para que equipes e públicos compreendam o que existe, por que importa e como pode evoluir.
CAPACIDADES
As entregas são combinadas conforme o problema, os ativos disponíveis e o estágio da organização. O trabalho pode começar por diagnóstico e arquitetura ou avançar para produção, formação, presença digital e documentação.
Mapa de ativos, públicos, temas, riscos, prioridades e lacunas de comunicação.
Organização de projetos, documentos, páginas, fontes e relações em uma estrutura utilizável por equipes e públicos. Quando aderente ao escopo, o Em Pauta JC pode apoiar essa organização como ambiente editorial, sempre com governança e decisão humana.
Reportagem, entrevista, texto, fotografia, vídeo e produção orientada por critérios editoriais.
Organização de iniciativas, posicionamentos, evidências e agendas para públicos estratégicos.
Tradução de conhecimento técnico e científico para públicos não especializados, com fontes, critérios e responsabilidade editorial.
Hubs, páginas, acervos e experiências editoriais que organizam informação e ampliam vida útil.
Documentação de decisões, aprendizados, fontes e ativos para apoiar novos ciclos.
Desenvolvimento de critério, autonomia e capacidade editorial em equipes, estudantes e lideranças.
REFERÊNCIAS DO ACERVO
Cada recorte mostra como temas de impacto podem ganhar continuidade editorial. Marcas e organizações podem apoiar novas pautas, séries e programas nesses territórios, gerando memória pública e legado de marca com independência editorial. A presença no acervo não implica contratação ou parceria.

Formação, autoria, leitura crítica e presença pedagógica em continuidade.
Ver território
Pesquisa, comunicação pública e tecnologia reunidas com clareza.
Ver território
Clima, água, paisagem e comunidade como agenda viva e duradoura.
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Projetos, personagens e redes que ampliam pertencimento e desenvolvimento.
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Apuração, fontes, transparência e memória como estrutura de confiança.
Ver território
Autoria, acervo, formação e permanência pública com densidade editorial.
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Direitos, trabalho, conhecimento e memória reunidos em perspectiva ampla.
Ver território
Projetos, pessoas e resultados organizados para ganhar legibilidade.
Ver território
Talento, empreendedorismo, infraestrutura e redes em movimento.
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Escuta, vínculos, informação sensível e cuidado tratados com precisão.
Ver territórioFORMATOS DE ATUAÇÃO
O formato é definido pelo problema, pelos ativos disponíveis e pelo resultado esperado. O primeiro ciclo deve ter escopo, prazo, responsáveis e entregas claramente definidos.
Ciclo de 3 a 5 semanas para mapear ativos, definir prioridades e entregar uma primeira arquitetura editorial com recomendações de implementação.
Programa sob medida para organizar um território, produzir ativos, estruturar canais e consolidar uma agenda editorial.
Acompanhamento continuado para organizações que precisam sustentar estratégia, produção, documentação e evolução editorial ao longo do tempo.
FLUXO DE IMPLANTAÇÃO
O processo preserva uma lógica já consolidada no JC: compreender antes de produzir, alinhar critérios, desenvolver materiais com acompanhamento e deixar uma base útil para o ciclo seguinte.
Públicos, ativos, riscos, prioridades, linguagem, canais e responsabilidades.
Prioridades, critérios, temas, responsabilidades e padrões de produção.
Pautas, conteúdos, linhas temáticas, produtos e experiências conforme o escopo.
Diretrizes, documentação, recomendações e próximos passos para sustentar continuidade.
O QUE PODE COMPOR O PROGRAMA
RESULTADOS BUSCADOS
CONTRATAÇÃO
A contratação é institucional, por CNPJ, com escopo, cronograma e entregas definidos conforme o diagnóstico. Há caminhos distintos para investimento direto e para iniciativas aderentes ao projeto cultural vigente.
Indicado para empresas e organizações que desejam contratar o programa com orçamento próprio, metas, cronograma e entregas acordadas diretamente.
Quando houver aderência ao escopo cultural vigente, a organização pode avaliar apoio ao projeto Jornalismo Colaborativo para Transformação Social, PRONAC 2512842, em Humanidades - Art. 26.
QUANDO O PROGRAMA PEDE EXECUÇÃO
Reportagens, audiovisual, hubs, acervos, páginas especiais, produtos de conhecimento e outros formatos podem integrar ou suceder o programa conforme o escopo.
Conhecer Soluções EditoriaisReportagens, séries, entrevistas e produtos que transformam conhecimento, projetos e evidências em comunicação pública qualificada.
Posicionamento, imprensa, critérios de linguagem e presença institucional em situações de maior exposição.
Texto, fotografia, vídeo, curadoria e experiências digitais conectadas por uma mesma direção editorial.
ECOSSISTEMA JC PRO
PRÓXIMO PASSO
Descreva o problema, os ativos já disponíveis e o que precisa ser organizado, comunicado ou documentado. A primeira conversa serve para definir aderência, formato inicial, responsáveis e escopo possível.
Empresas, institutos, fundações, universidades, centros de pesquisa, organizações sociais, associações e outras estruturas com contratação por CNPJ.
Não. O desenho considera a capacidade existente e pode apoiar tanto equipes estruturadas quanto organizações que precisam organizar uma frente editorial ainda em formação.
Não necessariamente. O Sprint é uma porta de entrada útil para desafios delimitados; organizações com demanda já definida podem avançar diretamente para um programa ou uma parceria continuada.
Sim. Materiais, pesquisas, relatórios, campanhas, páginas, acervos e conteúdos existentes podem ser incorporados ao diagnóstico e reorganizados dentro de uma arquitetura mais consistente.
Depois da conversa inicial. Complexidade, número de frentes, entregas, cronograma e necessidade de continuidade determinam o desenho comercial mais adequado.
Sim. O primeiro ciclo pode produzir diagnóstico, arquitetura e evidências suficientes para orientar expansão, novos ativos ou uma parceria recorrente.
Ela depende de aderência ao escopo do projeto cultural vigente. Enquadramento, documentação e forma de participação são avaliados antes da formalização.
Sim. Reportagens, audiovisual, hubs, acervos, páginas especiais e outros ativos podem integrar o programa ou entrar como desdobramento pela frente de Soluções Editoriais.
Sim. Essas capacidades podem ser articuladas no mesmo programa quando o problema exigir desenvolvimento de equipe, produção aplicada e uma estrutura pública capaz de dar continuidade ao trabalho.
SOLICITAR PROPOSTA INSTITUCIONAL