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Jornalismo perde o Grande Mestre Boechat

Jornalismo perde o Grande Mestre Boechat

Nota do Editor

  • Começar a semana com outra notícia triste. O restinho do bom jornalismo que ainda existia vai nos deixando mais uma vez. Descanse em paz, Grande Mestre Boechat.

Depois da onda de rejeitos de lama que ceifaram a vida de centenas de pessoas em Brumadinho, desmoronamentos no Rio com mais mortes e a tragédia no Ninho do Urubu que interrompeu 10 vidas dos jovens atletas do Flamengo, brasileiros são pegos de surpresa com a notícia da morte do jornalista Ricardo Boechat e seu piloto em um grave acidade de helicóptero na Rodovia Anhanguera, em São Paulo.

Em nota, o Grupo Bandeirantes de Comunicação “lamenta o súbito falecimento do jornalista Ricardo Boechat, hoje em São Paulo”, “com profunda consternação”. João Carlos Saad, presidente da empresa, diz que “o jornalismo e o Brasil perderam hoje uma referência insubstituível. E nós, do Grupo Band, perdemos um amigo e profissional que jamais esqueceremos”.

NOTA DE PESAR

É com profunda consternação que o Grupo Bandeirantes de Comunicação lamenta o súbito falecimento do jornalista Ricardo Boechat, hoje em São Paulo.

Além de um profissional muitíssimo conceituado, premiado e admirado, o Brasil perde um grande homem, pai de seis filhos, avô e amado esposo.

A toda sua família, e à família do piloto Ronaldo Quatrucci, transmitimos mais uma vez nossos sentimentos.

Estamos todos, funcionários e colaboradores, muito tristes e abalados com esta trágica notícia.

Agradecemos as inúmeras mensagens de carinho, tanto dos telespectadores e ouvintes quanto de emissoras e veículos da imprensa nacional e internacional.

“O jornalismo e o Brasil perderam hoje uma referência insubstituível. E nós, do Grupo Band, perdemos um amigo e profissional que jamais esqueceremos”, lamenta João Carlos Saad, presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação.

O jornalista Ricardo Boechat deixa esposa e seis filhos. Seu piloto, Ronaldo Quattrucci, deixa outros dois filhos.

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Rede de comunicação e plataforma editorial dedicada ao jornalismo colaborativo e à produção de informação baseada em evidências, conectando jornalistas, pesquisadores e cidadãos na construção de reportagens documentais voltadas à compreensão pública. Reconhecido pelo Prêmio Expocom da Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (2016), foi citado pela Revista Imprensa como referência em startups de jornalismo e integra projeto cultural aprovado pelo Ministério da Cultura do Brasil. A iniciativa também dialoga com redes internacionais como o CJS e o Center for Cooperative Media.

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