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Atrações do turismo de inverno no hemisfério Norte

Foto: Reprodução/Internet

Pode parecer loucura trocar o verão brasileiro, o sol, a praia e o mar, por destinos onde os termômetros estão bem abaixo de zero. Mas para milhares de brasileiros é essa experiência gélida que dá graça às férias. É o período em que abre a temporada das competições na neve pelo mundo. São brasileiros que rodam o mundo na busca pela neve perfeita em um resort de esqui charmoso e badalado.

Coincidência ou não, o inverno no hemisfério Norte vem justamente na época de férias no Brasil. Segundo Newton Mendonça, sócio fundador do Espaço Câmbio, agência de câmbio no Rio de Janeiro, “por conta das Olimpíadas de Inverno, esse ano houve um aumento considerável na venda de pacotes para o hemisfério Norte, os brasileiros estão tomando gosto pelo esqui”.

O número de brasileiros adeptos do esqui cresceu, mas não apenas pela situação financeira ter melhorado, e sim pela desmitificação do esqui, que sempre foi visto com olhos de que era uma atividade exclusiva para milionários.

Recorde de brasileiros disputando em Sochi

No dia 7 de fevereiro, começaram os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, na Rússia. Muita beleza, arte e frio. Muito frio! Afamada como destino turístico dos russos no verão por conta de suas temperaturas agradáveis, Sochi é a primeira sede com clima subtropical na história das Olimpíadas de Inverno.

Os russos investiram pesado para mostrar um país moderno, com capacidade para organizar eventos de grande importância e acolher milhares de turistas. Este ano o Brasil bateu recorde de número de atletas participantes nas Olimpíadas de Inverno, superando os dez que competiram em Salt Lake City, nos Estados Unidos, 2012. Em Sochi, a delegação brasileira conta com 13 atletas, em sete modalidades, que são: Bobsled, Esqui Alpino, Esqui Cross Country, Esqui Estilo Livre, Patinação Artística e Snowboard. A competição será disputada até o dia 23 de fevereiro.

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Rede de comunicação e plataforma editorial dedicada ao jornalismo colaborativo e à produção de informação baseada em evidências, conectando jornalistas, pesquisadores e cidadãos na construção de reportagens documentais voltadas à compreensão pública. Reconhecido pelo Prêmio Expocom da Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (2016), foi citado pela Revista Imprensa como referência em startups de jornalismo e integra projeto cultural aprovado pelo Ministério da Cultura do Brasil. A iniciativa também dialoga com redes internacionais como o CJS e o Center for Cooperative Media.

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