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Fundação Estudar investe em jovens talentos

Algumas vezes, encontramos na iniciativa privada programas educacionais de tirar o chapéu. Hoje, muitos empresários perceberam que não adianta apenas lucrar, é preciso também deixar um legado e fazer a diferença no país em que atuam.

É o caso da Fundação Estudar, fundada em 1991 por Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, três grandes empreendedores que controlam, entre outras, marcas como Lojas Americanas, Burger King, Block­buster, Submarino, Bud­weiser e Heinz.

A organização, que não tem fins lucrativos, investe em jovens talentos, oferecendo bolsas de estudo parciais, que cobrem de 5% a 95% dos custos de cursos de graduação e pós-graduação no Brasil e no exterior. E que retorno a fundação tem desse investimento? Profissionais preparados para mudar o país através do conhecimento adquirido.

Para se inscrever, o estudante deve ter sido aprovado no vestibular ou estar matriculado no curso para o qual deseja a bolsa. Após o processo seletivo, que inclui testes de perfil socioeconômico e de raciocínio e entrevistas, é estipulado o valor da bolsa a ser concedida.

Para conhecer melhor o projeto, acesse o site da Fundação Estudar. Lá você se informa sobre os próximos processos seletivos e conhece melhor os valores da fundação. Também há um espaço para quem queira contribuir com doações ou financiando bolsas, caso se identifique com o projeto.

Continuaremos postando informações sobre programas de bolsa e iniciativas bacanas como essa, não deixe de conferir!

FONTE: Blog do Quero Bolsa

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Rede de comunicação e plataforma editorial dedicada ao jornalismo colaborativo e à produção de informação baseada em evidências, conectando jornalistas, pesquisadores e cidadãos na construção de reportagens documentais voltadas à compreensão pública. Reconhecido pelo Prêmio Expocom da Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (2016), foi citado pela Revista Imprensa como referência em startups de jornalismo e integra projeto cultural aprovado pelo Ministério da Cultura do Brasil. A iniciativa também dialoga com redes internacionais como o CJS e o Center for Cooperative Media.

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