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Curiosidades sobre asfalto

O asfalto em si é uma substância composta de betume, que é uma substância preta formada por hidrocarbonetos e policíclicos aromáticos. Em sua forma natural ele é extremamente viscoso e grudento.

Deixando um pouco a ciência de lado, você sabia que existem diversos tipos de composição para fazer o asfalto que vai para as pistas? Sim, conversamos com Gregory Maitre, sócio fundador da Betuseal, empresa que produz um selante para asfalto e descobrimos quais são esses tipos.

Tipos de asfalto

Asfalto de mistura quente

Esse é o tipo preferido dos engenheiros para pistas de corrida e de pouso de aeroportos além de estradas interestaduais, muito por causa da sua grande durabilidade. Na usina, ele é produzido a uma temperatura de 150ºC e quem for colocá-lo nas estradas deve tomar cuidado para não o deixar endurecer, ele deve estar quente e maleável o suficiente para a manipulação. As reformas nos tipos de via em que ele é usado geralmente são feitas em meses quentes, uma vez que, com temperaturas mais baixas ele “seca” rápido de mais e os trabalhadores não conseguem retirar o excesso de ar para uma compactação eficiente.

Asfalto de mistura fria

Asfalto de matique

Essa mistura é despejada por lâminas após seu cozimento ou maturação, que dura de seis a oito horas. É utilizada somente em coberturas ou em passarelas que não recebam um tráfego pesado.

Pavimento flexível

Ele é chamado dessa forma, uma vez que é projetado para fornecer elasticidade as cargas da via. É especialmente utilizado em vias que tem um tráfego alto de caminhões de carga, como as interestaduais. Sua estrutura possui diversas camadas de pavimento, com uma superfície de asfalto quente. Cada uma das camadas de seu pavimento forte do que a de baixo, para proteger o terreno de forças de cisalhamento.

O que acharam das curiosidades? Deixe sua opinião nos comentários!

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Rede de comunicação e plataforma editorial dedicada ao jornalismo colaborativo e à produção de informação baseada em evidências, conectando jornalistas, pesquisadores e cidadãos na construção de reportagens documentais voltadas à compreensão pública. Reconhecido pelo Prêmio Expocom da Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (2016), foi citado pela Revista Imprensa como referência em startups de jornalismo e integra projeto cultural aprovado pelo Ministério da Cultura do Brasil. A iniciativa também dialoga com redes internacionais como o CJS e o Center for Cooperative Media.

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