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IWMF busca repórteres para viagem à Africa

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A International Women´s Media Foundation (IWMF)  busca jornalistas mulheres que estejam interessadas em fazer uma viagem de reportagem à República Centro-Africana ou ao Congo.

Dois grupos – um para cada país – de seis mulheres jornalistas irão produzir reportagens sobre assuntos relacionados ao engajamento cívico. A viagem começa em 12 de julho e termina no dia 24 do mesmo ano.

Candidatas devem ser jornalistas freelance ou afiliadas a algum veículo, além de terem no mínimo três anos de experiência e boas habilidades de inglês. Além disso, as candidatas devem ter alguma experiência em realizar reportagens em ambientes hostis e devem estar confortáveis em trabalhar em um ambiente de alto risco. Para a viagem a República Centro-Africana, candidatas que falem francês receberão prioridade.

Antes de seguirem para o Congo e para a República Centro-Africana, as jornalistas receberão um treinamento de segurança em Nairóbi, no Quênia e uma orientação sobre a região africana dos grandes lagos.

A viagem para a República Centro-Africana terá como base a cidade de Bangui, capital do país. A viagem ao Congo poderá acontecer nas cidades de Kinshasa, Goma ou em ambas. Viagens para outras cidades ficam limitadas por protocolos de segurança.

Durante uma semana, as jornalistas poderão realizar networking com jornalistas locais, colaborar com colegas internacionais e conhecer fontes e lugares relevantes às suas reportagens.

Segundo o IWMF, desde 2014, mais de 65 jornalistas cobriram assuntos como desenvolvimento rural, conservação ambiental e o impacto das ajudas humanitárias. Seus trabalhos foram publicados por veículos de comunicação de todo o mundo. O IWMF espera que até 2019, 250 jornalistas tenham participado do programa.

Todas as despesas serão pagas pela IWMF.

O prazo final de inscrição  é 1º de abril e as inscrições estão no site da IWMF.

Fonte: ABRAJI e IWMF

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Rede de comunicação e plataforma editorial dedicada ao jornalismo colaborativo e à produção de informação baseada em evidências, conectando jornalistas, pesquisadores e cidadãos na construção de reportagens documentais voltadas à compreensão pública de temas sociais, ambientais e institucionais. Reconhecido pelo Prêmio Expocom da Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (2016), foi citado pela Revista Imprensa como referência em startups de jornalismo e integra projeto cultural aprovado pelo Ministério da Cultura do Brasil. A iniciativa também dialoga com redes internacionais como o CJS e o Center for Cooperative Media.

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