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Projeto transforma lama da tragédia de Mariana em tijolos para a reconstrução da cidade

Parceria entre o laboratório da UFMG e o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), busca recursos para a construção de um fábrica que dê escala industrial à ideia de transformar a lama da Samarco em tijolos para a reconstrução de Mariana.

Como é a produção

Todo o mês, 60 toneladas de lama são retiradas do meio ambiente, servindo de matéria-prima para a produção de tijolos. A lama em si, segundo entrevista em vídeo do professor Evandro da Gama, da UFMG, postada na página do Facebook do projeto, é composta apenas de ferro, sílica e alumínio, elementos que não são tóxicos ao ser humano.

Com a tecnologia da UFMG – uma planta-piloto de calcinação flash, que transforma compostos mineralógicos em materiais ligantes de alta resistência – a lama é transformada em um composto limpo e atóxico chamado Metakflex. Esse composto produz tijolos impermeáveis e até sete vezes mais resistentes do que o tijolo de barro comum.

O composto é transformado em tijolos, por meio de um processo que não gera emissão de gases e é, portanto, ecológico.

Prontos, os tijolos podem ser usados na reconstrução de imóveis e também em projetos de infraestrutura.

Fonte: Gazeta do Povo

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