18 de outubro, 2017


Agenciamento Literário ou Digital?

Dos vários milhares de autores que todos os anos tentam ser publicados pelas editoras chamadas convencionais, apenas alguns poucos conseguem alcançar seus objetivos. E quando se trata de autores estreantes, são menos ainda.

Independentemente de ser um autor estreante ou não, uma vez sozinho, ele tem de investir tempo e dinheiro na busca de editoras, em registrar sua obra, enviar cópias para editores e… aguardar respostas que, na imensa maioria das vezes é uma negativa e que, indefectivelmente demoram meses e meses a chegar.

Quando um escritor deseja escrever um livro, ele só pode ter certeza de que será publicado, se o editor acreditar que a obra será um sucesso. Por isso, é importante o autor ter em mente a necessidade de contratar um profissional que trabalhe a sua apresentação pessoal e de sua obra. Normalmente, além do texto, é preciso escrever uma sinopse do conteúdo que será publicado, o que ajuda bastante, uma vez que economiza tempo do agente que já poderá começar a trabalhar a imagem da obra e vida do autor, antes de apresentá-la. Se o editor se interessar pela sinopse, vai pedir o texto em sua íntegra e isso já será um largo passo dado no caminho de uma publicação.

A função do Agente Literário é o elo de ligação entre o autor e a editora, concentrando todos os esforços para a publicação da obra numa única pessoa e, assim, evitando perda de tempo e dinheiro para o autor. Ele  é o primeiro a avaliar a obra e é o profissional que deverá levá-la para a editora que melhor se enquadre no perfil do trabalho apresentado.

Além disso, também é função do agente, cuidar do contrato que o autor celebrará com a editora e de todos os processos burocráticos compreendidos por essa negociação. E também deverá fiscalizar a divulgação, a distribuição e a comercialização da obra pela editora e, até mesmo em pontos de vendas, no sentido de possibilitar ao autor as informações sobre esses processos.

No que diz respeito ao relacionamento do autor com a mídia, é da responsabilidade do Agente Literário orientá-lo nas entrevistas e nos eventos em que a presença do autor for solicitada.

A remuneração é feita através de um acordo com o autor e pode ser de várias maneiras, desde a cobrança de uma taxa mensal por um determinado período de assessoria, a um percentual sobre os ganhos em direitos autorais, percentual este que pode variar de 10 a 20% sobre o montante de ganhos do autor.

Com a mudança de paradigma nos processos comunicacionais, somado às novas tecnologias e ferramentas de marketing disponíveis, o Agente Literário passa a ser um PR Digital, ou seja, um relações públicas que atua por meio de técnicas de engajamento social e posicionamento nos mecanismos de pesquisa. A Web Startup, acompanha essa transformação e atribuindo todo o know-how adquirido com o Selo Editorial da Ryoki Produções, em parceria com a K2 Editora, oferece soluções inovadoras e de maior custo x benefício.

Entenda melhor todas as etapas antes de sair por aí contratando um Agenciamento Literário:

Leitura crítica da obra

É a leitura criteriosa do texto visando detectar e identificar problemas de redação, possibilidades de erros de interpretação quanto ao que o autor quis dizer, problemas estruturais, repetições, viabilidade e possibilidade de alterações no percurso dramático do texto que melhorem a sua compreensão e, por fim, a opinião do leitor crítico quanto à possibilidade de sucesso da obra. O resultado da leitura crítica é fornecido ao autor, por escrito, através de um parecer.

Discussão da leitura crítica com o autor

O autor é o dono do texto, seu criador e quem tem a última palavra sobre quaisquer alterações que possam vir a ser feitas. Exatamente por isso, após ter sido realizada a leitura crítica e emitido um parecer a respeito da obra, o agente literário discutirá com o autor todos os itens desse parecer e procurará estabelecer os critérios para as modificações que se fizerem necessárias.

Fazer as revisões ortográfica, gramatical e estilística da obra

Esta é uma etapa óbvia. Ninguém está livre de cometer erros de digitação, de acentuação, de dígrafos… E ninguém deixa de errar uma concordância, uma pontuação. A revisão estilística é aquela que, depois de efetuadas as revisões ortográfica e gramatical, é feita visando a melhor clareza do texto e a perfeita adequação às normas editoriais, como questões de padronização e de tipologia.

Fazer copy-desk, quando necessário

Deixa o texto original em condições de ser publicado. O copidesquista trabalha o texto para verificar se há falhas na estrutura da obra, repetições ou inconsistências. Além disso, padroniza o material (normatizando referências, por exemplo, ou atribuindo peso aos títulos e subtítulos). Verifica a adequação lingüística, ortográfica, morfológica, sintática e semântica, além da revisão ortográfica e gramatical, por vezes fazendo observações quanto ao conteúdo do texto adequando-o às normas editoriais. Não é mais do que modificações que visam facilitar a leitura, tornar a obra mais atraente, às vezes mais coerente, eliminar repetições, etc., sem que isso modifique a essência do texto e da obra como um todo.

Fazer a preparação do texto

Não é nada mais do que uma super-revisão, feita por um especialista, visando a verificação de eventuais falhas que tenham “passado”, inconsistências, dados errôneos, repetições, etc. Também é função do preparador conferir a normatização de eventuais referências, verificar títulos e subtítulos, verificar a linguagem que foi utilizada, a coerência e correção ortográfica e gramatical da obra como um todo. O preparador é quem faz a perfeita adequação do texto às normas editoriais.

Apresentar o produto final para a(s) editora(s) adequada(s) ao perfil da obra e do próprio autor

Com o original em mão, o agente editorial apresenta-o para editoras que tenham o perfil adequado para aquela obra em especial. Isso é feito normalmente através de visitas pessoais, objetivando evitar que o original vá para as mãos de assistentes jovens e ainda despreparados que, após lerem algumas poucas páginas, encostam-no na pilha de “rejeitados” sem que o texto tenha tido sequer a oportunidade de ser visto por alguém com capacidade de tomar decisões. Por isso, o agente literário precisa ter livre trânsito com, no mínimo, os gerentes editoriais dessas empresas. Ou capacidade para estabelecer esse relacionamento e esse trânsito nas editoras em que não conhece ninguém. Para resolver essas incertezas, contamos com uma rede de colaboradores em diversas editorias de jornais, revistas e outros veículos de comunicação que facilitam o acesso ao editor. Já com o Plano de Agenciamento Digital, o autor terá condições e autonomia de apresentar sua obra a partir de um trabalho personalizado pela Web Startup.

Monitorar o percurso do original entregue

Esta é uma árdua tarefa… Verificar, frequentemente em que mesa se encontra o original, quem está cuidando dele, o que está sendo feito… Além disso, o agente literário tem de estar “antenado” com as tendências do momento para poder explorá-las em favor do autor que está representando.

Orientar o autor no momento da assinatura do contrato com a editora

O agente literário pode e deve sugerir cláusulas contratuais, formas de pagamento, royalties, números de exemplares do autor e detalhes que normalmente passam despercebidos pelo autor, principalmente se for um autor iniciante, entusiasmado que está com a breve publicação de sua obra.

Fonte: Web Startup

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Envie uma sinopse do seu livro para nosso Conselho Editorial. Será feita uma análise para avaliar se a sua obra poderá receber o Selo Editorial Ryoki Produções e se ela Vale Publicar na Rede de Jornalismo Colaborativo.


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Sobre o Autor

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